3 VLOGS – a começar!

Hey girls!! É OFICIAL, aderi ao mundo dos VLOGS e já tenho os primeiros 3 vídeos no meu CANAL DO YOUTUBE.

Vou deixá-los aqui!

 

 

Conto com o vosso apoio, e agradeço de coração, a todos os que me acompanham e acreditam em mim, mesmo quando eu própria tenho dúvidas ❤

Não se esqueçam de subscrever, deixar um like e comentar!

XX Carol

 

 

ALERTA ARTISTA NOVO!!

Com todas estas mudanças na minha vida, tenho procurado novos pequenos prazeres para me manterem motivada. E uma vez que, são as pequenas coisas que fazem a diferença, trago hoje Matt Simons, um artista que encontrei recentemente numa das minhas tardes passadas no Youtube.

Se vocês gostarem de Ed Sheeran e A Breat Big World, tenho a certeza que vão adorar as músicas dele!

XX Carol

O coração quer o que ele quer

Já foram dois meses desde a última vez que escrevi algo para o blog. Não sei se todas estão a par do meu último post, onde eu falava do fim do meu namoro.

Não é hábito meu escrever sobre algo tão pessoal, nem sei se fiz a coisa certa ao partilhar algo que me foi e de certa forma, ainda é, tão intimo, mas eu senti uma necessidade abrupta de partilhar o meu sofrimento, não por estar à espera de receber em troca mensagens de força, mas sim por precisar urgentemente de libertar tudo aquilo em algum lugar.

Depois pensei que, falar do que eu estava a sentir, poderia de certa forma, ajudar outro alguém que estivesse a passar por uma situação semelhante e precisasse de outra alma que o compreendesse ao ponto.

A verdade é que, desde então, as coisas mudaram muito, o coração quer o que ele quer e mesmo quando achamos que não há mais volta a dar, as pessoas tomam atitudes, demonstram sentimentos, e fazem-nos repensar em tudo aquilo que se passou.

Não vou mentir e dizer que foi rápido, não foi! Custou muito, sofri em silêncio e provavelmente chorei tanto naquele período de tempo, quando num ano inteiro, eu tive de voltar a aprender tudo, senti-me completamente perdida e sem saber de mim mesma. Eu não me reconheci a longo prazo. Não sabia mais quem eu era, o que sentia, sequer se sentia.

Foi preciso tempo e espaço, coisas a que eu tive direito.

Hoje estou leve, tranquila, mas acima de tudo, diferente. Foi preciso aprendermos da pior forma, para nos apercebermos do quanto estávamos a perder e a errar.

E no final é mesmo verdade, há males que vêem mesmo por bem e independentemente da dor pela qual eu passei, eu não me lembro da última vez em que me senti tão bem com o meu relacionamento, tão segura e tão leve.

Este post não era suposto ser acerca da minha vida, novamente, mas acabei por me deixar ir ahah, no entanto, devo pela milionésima vez uma desculpa a todas as minhas leitoras e confidentes, que já não recebem notícias minhas há muito.

Resta-me dizer um obrigado por me acompanharem e fiquem à espera por um próximo post.

 

XX Carol

 

 

Quando eu amei*

Tenho estado terrivelmente ausente do Blog e peço desculpa por isso, de verdade. A minha vida tem me pregado algumas partidas e há dias em que não consigo acompanhar o ritmo dela.

A semana passada escrevi um post, que não cheguei a publicar, o titulo era, “As escolhas acertadas”. Muito por alto, posso dizer que esses post falava de decisões que tomei, pessoas que afastei da minha vida e principalmente, falava de quem eu amo.

Irónico ou não, uma semana depois, cheguei ao fim de uma relação de pouco mais de 7 meses. Não vou mencionar as razões, nem o porquê disso.

Estou hoje a viver o meu primeiro dia de solteira, após estes últimos meses de altos e baixos. Não vou mentir e falar que estou 100% positiva e que já dei a volta por cima. Impossível fazê-lo assim, do nada.

Ontem, após ter a minha decisão tomada quanto ao rumo a seguir, eu decidi escrever, porque é a única coisa que consegue acalmar os meus sentimentos e achei que seria de certa forma bom, partilhar aqui convosco, espero que gostem.

” Depois de um “nós” deixar de existir, nada fica. Tu percebes que acabou, no fundo tu sabes que não há volta a dar, mas tu não consegues aceitar que aquele é o fim.

Quando amas alguém, tu perdes-te e encontras-te num olhar, num carinho, num sentimento em que acreditas que é certo e permanente, estás convencido que descobriste o abraço a que podes chamar de “casa”.

Todo o resto passa a ser detalhe e o “nós” torna-se num tudo. A vida parece mais leve e os dias mais curtos, as horas passam e tu nem te dás por ela, porque estás ali, com a tua pessoa, com o teu amor.

Sem intenção, planos e expectativas do futuro começam a surgir, imaginam coisas para fazer, sítios a ir, momentos a criar. Tudo parece finalmente fazer sentido e tu sentes na pele o que é ser feliz.

Do nada, essa felicidade vai embora. Tudo aquilo que se construiu a dois, desmorona devagar e tu ficas submerso, numa dor que te afoga um pouco mais a cada dia.

Tudo aquilo em que acreditaste, todos os teus sonhos, as tuas motivações para a vida, tudo perde sentido. Tu não queres mais viver, não queres acordar no dia seguinte, não queres ter de dizer que está tudo bem, quando não está.

Fingir felicidade é a pior das tristezas, mas tu vês-te obrigado a isso, porque ninguém realmente entende a dor de amar por dois, a solidão, o vazio que é.

Perdes uma parte de ti, ficas sem casa, sem vida. Todas as coisas tornam-se sacrifícios, até as coisas mais simples.

Não há apetite para comer, vontade para sair, ver pessoas. Não há mais vida, existem apenas dias atrás de dias, horas sem propósito.

É um fim de ti mesmo. Só consegues sentir dor, dor por amar. Amar sozinho.

Questionas-te sobre o porquê e como as coisas acabaram assim. Remóis recordações, procuras antigas conversas, ouves músicas e colocaste-te num ciclo vicioso de sofrimento e saudade.

Procuras maneira de fugir disso, tentando ao mesmo tempo não dizer “adeus” à outra pessoa. Porque o adeus é um deixar ir, e tu queres tudo, menos deixar ir aquele que já não é teu.”

Vou ser franca, não foi preciso mais do que algumas horas para perceber o quanto isto me estava a fazer mal. Por muito que o amasse e ame, vejo que tudo o que eu sentia, estava a consumir-me, a destruir-me. Há quem diga que há males que  vêm por bem, acho que esta é uma dessas vezes, pelo menos espero…

XX Carol

 

 

 

 

O meu primeiro amor, o meu primeiro coração partido…

 

 

Eu nunca me tinha achado digna de ser amada por alguém, sempre fui pouco crente no amor. Para mim, romance só existia em livros e pouco mais. Vivia num mundo onde não sentir nada por ninguém, era mais fácil, do que lidar com sentimentos que eu não podia ou não queria corresponder.

Consegui viver assim durante muito tempo, ou melhor, consegui viver assim quase toda a minha vida, até ao dia em que percebi, que estava pela primeira vez, apaixonada.

Não foi algo rápido e impulsivo, pelo contrário, tudo o que fiz e falei foi cuidadosamente pensado, antes de tomar qualquer atitude.

Ele fez de mim a pessoa mais feliz neste mundo, e independentemente de todos os problemas que me cercavam, nenhum deles parecia grande o suficiente para abalar a felicidade que eu estava a sentir.

Ele foi o meu primeiro em tudo. E agradeço verdadeiramente, o facto de ter sido ele. Porque enquanto durou, foi infinito e eu sei que não era a única a amar.

Foi assim, um pequeno infinito, em que só ele existia para mim, e mais nada me importava.

Hoje sinto falta de tudo e pergunto-me em que lugar é que nos perdemos um do outro e se talvez, um dia, de alguma maneira, nos possamos voltar a encontrar.

Tudo o que posso fazer por agora, é guardar aquilo que de bom ainda ficou, como uma fotografia, onde a felicidade fica congelada.

 

XX Carol

 

 

 

Voltar a encontrar-te…

Acho que é legítimo dizer, que grande parte disto é minha culpa. Nunca fui capaz de dizer metade do que queria, porque estava sempre à espera que tu fosses perceber as coisas por ti mesmo, sem que eu tivesse de falar. Devia ter reclamado nas horas certas e nunca ter acumulado queixas que perderam a sua validade.

Hoje sei disso, percebo que não fui correta, nem contigo, nem comigo. Podia ter evitado algumas lágrimas, amarguras.

Já foram muitas as vezes que nos magoamos desnecessariamente sem que sequer depois houvesse um pedido de desculpas decente. Somos covardes demais para tocar em qualquer assunto que diga respeito apenas a nós os dois. Não comunicamos devidamente, não agimos devidamente, parecemos indiferentes um ao outro, quando já antes, provamos ser tudo, menos indiferentes.

Vivemos numa variedade de estados, vamos do ódio à luxuria, acabando no amor e consequentemente na verdade.

Passamos tanto tempo “longe” um do outro, desligados um do outro, quando tudo o que eu quero é saber de ti, de como vais, o que sentes!

Parece que temos tempo para todos, menos para nós.

Isso é errado, de tantas maneiras diferentes. Não é suposto pedirmos atenção, deveria ser algo involuntário, como tudo entre nós!

Amar é involuntário, não é? Então por que é que mostrar que se ama, não é?

Preocupo-me tanto em não cobrar demais de ti, que acabo por não cobrar nada. Posso dizer que aí também sou culpada.

Eu devo-te um pedido de desculpas, por todas aquelas vezes em que mostrei sentir coisas que não sinto, por falar pouco ou não falar nada de todo. Não há razão certa para isso, apenas sou insegura, frágil. Tenho medo de falhar contigo, porque eu quero mesmo que dêmos certo, mais do que qualquer outra coisa.

Eu sinto muito, eu apenas mostro pouco e eu preciso de ti, muito mais do que aquilo que tu possas imaginar. Sinto a tua falta constantemente, todos os dias.

 

– Mais um dos meus textos

XX Carol

“Olhamos sempre um para o outro como se estivéssemos sempre prestes a beijar-nos.”

 

Alguma vez te passou pela cabeça que estarias na situação em que estás agora? A viver o que estás a viver hoje? Pensa em tudo aquilo que aconteceu contigo, connosco! Revive cada um dos momentos, do início ao fim e diz-me, o que sentes?

Já pensei nisso um bom número de vezes e adivinha só, eu não sei explicar como fomos acabar desta forma. Há bem pouco tempo atrás, eu sequer imaginava um terço daquilo pelo qual nós os dois já passamos juntos, desde as conversas sinceras aos momentos íntimos. Francamente, o que acontece dentro de ti quando paras para pensar?

Tanta coisa mudou para mim. Eu não falo só no lado de fora da situação, eu falo mesmo por dentro. Eu aprendi a ver muita coisa de maneira diferente e foi essencialmente graças a ti.

Eu costumava dizer que o meu primeiro namorado não ia ser o tal, porque eu achava que tinha de errar primeiro para só depois, descobrir o que era realmente gostar de alguém. Neste momento essa minha teoria parece ter perdido todo o sentido. Costumava achar que romance só existia em livros e que amor de verdade era um mito, mas tu mostraste-me o contrário. Fizeste-me ver tanta coisa de maneira diferente, sentir tanto e tão intensamente.

Eu não sei definir o momento exato em que eu soube que te amava, mas creio que parte de mim ama-te desde há bastante tempo, eu só estava com medo de o admitir para mim mesma, porque transportar as palavras para a realidade requer muita coragem.

Eu tinha medo de o meu “amo-te” tornar-se um arrependimento. E agora vejo que foi um medo idiota. Eu sempre disse que não gostava nem queria depender de ninguém, acho que o dizia porque não sabia como era estar apaixonada. Neste momento eu posso ser franca e admitir que grande parte de mim depende de ti para ser feliz. A melhor parte de mim, aliás.

Eu descobri que gosto de romance e lamechices, mais do que alguma vez imaginei vir a gostar. Amar-te fez-me entender o real significado de várias palavras, até mesmo ciúme, coisa que sempre disse que não era característica minha. Mas mais uma vez, eu não estava apaixonada na altura e agora que estou, entendo o real significado do que é sentir ciúme.

Houve uma altura em que eu achava mesmo que era impossível me amares da maneira que descrevias (confesso que, depois de me dizeres o que sentias por mim, fui enumeras vezes reler conversas nossas e “ouvir” a forma linda como expressavas o teu amor por mim). Demorei algum tempo a acreditar e ainda hoje, apesar de tudo, tenho os meus momentos de incerteza, mas tu conheces-me e sabes das minhas inseguranças. Eu penso demais e tu limitas-te a dizer “sente só”. Sempre dizes isso, e por algum motivo, acaba por resultar. Só que eu sinto tanto, que parece não caber dentro de mim.

Às vezes não sei como reagir perto de ti. És tão imprevisível. Tenho medo que um dia percebas que eu não sou nada daquilo que tu idealizavas e simplesmente desistas de mim. Eu não sei porque penso tanto nisto, mas só o pensamento dói que chegue.

Nunca imaginei um dia vir a dizer coisas destas, muito menos a ti, mas há tanta coisa que eu nunca imaginei que ia acontecer e que aconteceu!

Gosto tanto de te olhar, gosto ainda mais quando olho e tu já o estás a fazer.

Olhamos sempre um para o outro como se nos estivéssemos prestes a beijar. Dizemos tanto, sem dizer nada. E é nisso, nesses pequenos momentos que eu sinto segurança naquilo que somos, mesmo quando me perguntam se temos realmente alguma coisa. As pessoas estão tão habituadas ao casal convencional que não percebem que o nosso relacionamento é muito mais do que mãos dadas e demonstrações de afeto público. Não que eu não goste de o fazer vez ou outra mas, parece que o facto de não sermos assim, confunde os de fora. Só que eles não sabem nada de nós, limitam-se a julgar e a procurar defeitos em todas as nossas diferenças. E confesso que sinto que ainda há um número razoável de pessoas que não acreditam que nós os dois vamos durar. Só que elas não sabem dos “amo-te”, não sabem dos nossos segredos. …

Eu ainda tenho tanto para falar, mas a as palavras simplesmente não surgem. É como se não houvesse forma de dizer tudo aquilo que sinto. É um turbilhão de sensações, um autêntico tumulto de emoção. É um mundo inteiro que vai dentro de mim por tua causa. Por tudo aquilo que me fazes sentir e querer ser. Não sei explicar melhor! É muito, é demais, até pode ser doentio, contudo é o que eu tenho para te dar. Eu não sou de meios-termos, nem sei ser, só sei que tu já me tens por completo, fora isto, não há mais nada que eu te possa dar. Quando eu estou contigo. Eu esqueço de todo o resto. Simples assim.

– 17/10/2015

XX Carol

“…Eu queria voltar ao início, onde nos amávamos, antes de saber que estávamos a amar. “

Houve uma altura em que ambos nos amamos. Em que não precisávamos de mais nada para nos sentirmos felizes. Bastava estarmos juntos. Apenas.

Mas de alguma maneira, a certa altura, isso perdeu-se e antes que eu pudesse dar por ela, nós já não éramos nada do que costumávamos ser.

Eu vi-me presa a uma situação insuportável em que o amor não era mais mútuo. Não sempre. Não quando mais precisávamos. Só quando te convinha.

As palavras perderam todo o seu significado e tudo aquilo que me fez amar-te pela primeira vez, transformou-se numa saudade que resultou em noites mal dormidas entre lágrimas e amarguras.

É difícil para mim saber que poderias viver sem mim, quando eu não consigo me imaginar na mesma situação. Mesmo estando como estou, mesmo sentindo o que sinto.

Eu queria – o mais do que palavras, que já por si são escassas, queria pequenas coisas, pequenos detalhes que morreram num lugar qualquer por aí, mas que conseguiam fazer o meu dia.

Eu queria que me amasses como eu te amo. Eu queria sentir tudo. Eu queria voltar ao início, onde nos amávamos, antes de saber que estávamos a amar.

 

Espero que tenham gostado, foi escrito de impulso, mas de certa forma resultou…

XX  Carol

2016 Este é o meu ano!

Hey Girls!! Hoje vamos falar do ano que está para chegar e das metas que queremos estabelecer e esperançosamente, cumprir.

Eu confesso que nunca fui muito deste género de coisas, mas sinto-me inspirada para 2016 e quero realmente conquistar alguns desses objectivos este ano.

Alguns deles, já os gostava de ter conquistado há bastante tempo, mas nunca tive a motivação certa. Outros dos objectivos, apesar de recentes, são também parte da lista.

Acho que todos nós deveríamos fazê-lo, por nós mesmos. Passamos tantas horas de pasmaceira nas nossas vidas, sem vontade de nada, sem motivação para nada, quando poderíamos estar a fazer algo que é realmente importante.

Agora que paro pensar, isto é realmente uma ideia fantástica. Estabelecer metas, criar desafios, e sim, procurar realmente cumpri-los!

Tenho pensado muito em mim, e no meu futuro. Gosto de reflectir sobre aquilo que quero alcançar e nas formas que tenho para fazer com que tudo se concretize. E hoje, vou partilhar convosco a minha lista!

 

 2016 GOALS 

(Objectivos de 2016)

 

1 – Perder 5kglarge (1)

– Há séculos que estou a querer perder estes 5 kg que tanto me aborrecem e até hoje, não consegui realmente fazê-lo.

Neste momento estou a pesar 55kg e tenho como objectivo alcançar os tão desejados 50 kg. Na alimentação, já faço tudo certinho 😀 , na verdade, considero-me a pessoa com a alimentação mais saudável que conheço. Mas ando desleixada na prática de exercício físico e é por isso que em 2016, começo o ano no ginásio!

large2 – Tirar a Carta

– Pois é! 20 anos e ainda não tirei a carta de condução. A verdade é que nunca senti necessidade e a preguiça de estudar aliou-se à pouca necessidade de o fazer, mas ultimamente a necessidade tem crescido e é desta que a tiro!

large (2)3 – Expandir o Blog

– Desde já há dois anos atrás, quando criei o Carol’s Wardrobe, sonhava em tornar o blog o mais conhecido possível e tornar-me a mim mesma, alguém com quem outras pessoas se identificassem e gostassem de conhecer.

Este ano começo com o pé direito e o Carol’s Wardrobe vem atrás!

large (3)4 – Juntar dinheiro

– Objectivo mais recente, confesso. Este ano pela primeira vez tive uma verdadeira experiência de trabalho e hoje em dia dou explicações de inglês em part time, aulas de dança no Centro de Dança da minha mãe e também trabalho algumas tardes na Nasty, a loja de roupa dela.

Penso que este objectivo surgiu da necessidade de querer ser eu a bancar todas as minhas despesas, sem ter de recorrer aos meus pais para nada.

large (4)5 – Deixar o cabelo crescer

– Este ano decidi que vou deixar de o pintar, deixar-me de químicos e vou simplesmente deixar o meu cabelo crescer. É algo que eu sempre quis, mas que acabei por deixar para trás.

large (5)6 – Acabar de escrever Vagalumes de Inverno

– Para quem ainda não conhece, Vagalumes de Inverno é uma fanfiction que eu escrevo já desde 2013. Está em hiatus há bastante tempo e até hoje sinto arrependimento de ainda não a ter acabado, até porque, a história já tem inicio, meio e fim, desde o primeiro dia em que pensei nela.

large (8)7 – Concluir o primeiro ano de Universidade

– Este ano entrei em Design e Marketing de Moda na Universidade do Minho e para já, tenho-me debatido com algumas dificuldades em manter a motivação para as aulas. Vou todos os dias para Guimarães ter uma aula de manhã e volto para casa às 13.00H. Nada de mais, mas por algum motivo tenho andado desmotivada e espero realmente que esta fase passe para que eu possa aproveitar o curso da maneira certa.

Ok, não são muitos os meus objectivos por agora, mas tenho a certeza que ao longo do tempo a lista vai crescer e se Deus quiser, tudo o que nela eu ambicionei se vai cumprir!

E tu? Quais são os teus objectivos? O que queres fazer diferente este ano? Sentes-te inspirada?

Deixa-me saber de ti, e comenta aqui em baixo 😉

XX Carol