Inspiração aleatória

Sabe aqueles textos que algumas pessoas gostam de escrever no status do Facebook, só para soltar o verbo?

Então, eu sou uma dessas pessoas!

Hoje de noite, enquanto eu dava uma vista d’olhos na minha cronologia, deparei-me com a grande quantidade e variedade de textinhos que eu já escrevi do nada…e achei que seria curioso publicá-los aqui!

” Não eram apenas os seus olhos verdes, o seu sorriso resplandecente, capaz de abalar o meu mundo em questão de meio segundo ou o cabelo perfeitamente bagunçado que me faziam amá-lo incondicionalmente. Não! Era muito mais! Por trás de toda aquela imaculada arte humana, havia um garoto como mais nenhum. Ele era eloquente, inconsequente, cabeça no ar e extremamente infantil, mas nada disso fazia dele menos certo para mim. Nada disso permitia que o meu sentimento se alterasse. Porque quando ele me tocava simples, todo o meu corpo respondia implorando por mais. Quando ele me olhava, me encarava, ele me fazia sentir nua e toda a minha alma era desfigurada apenas para ele descobrir um pouco mais de mim.
Quando ele e fazia sorrir, eu sorria genuinamente feliz, mas quando ele me fazia chorar, eu tentava de todas as formas possíveis odiá-lo, renegar o que sentia, mas tudo era em vão, porque quando eu via o meu reflexo no seu olhar misericordioso, eu sabia que era ali que eu pertencia. Com ele, até ao meu último suspiro.” – Por Ana Carolina sobre S. 4-09-2013

“Poderia contar mil e uma histórias, viver mil e uma aventuras, mas mesmo assim, nunca seria capaz de mostrar o que realmente sinto quando ele não está comigo. Porque é mais fácil criar do que fazer. Porque é mais fácil mentir, do que dizer a verdade, porque é mais fácil fingir, do que me desiludir” – Ana Carolina, sobre S 4-09-2013

“Chorei 10 vezes, 9 delas foram pelos olhos verdes que me fizeram amar, pelos sonhos que idealizei com ele, pelas memórias que imaginei poder um dia recordar e a outra, a última, foi por mim e pelo meu ódio descomunal, pela auto-aversão e pelo horror que presenciei, quando o meu reflexo me mostrou a realidade.” – Ana Carolina, sobre S. 4-09-2012

” Ultimamente eu tenho sentido, ódio. Ódio e amor, amor e luxuria, pura e insaciável. Já não basta sonhar, iludir, mentir a mim mesma. Já não adiante querer sem ter, não chega possuir histórias impossíveis, nem imaginações demasiado férteis. Nada chega, nada me sacia, tudo é vago e eu sou vazia.” – Por, Ana Carolina 5-09-2013

“Ela tentava, lutava para cuidar daquele sentimento corrompido e desgastado pelo tempo. Chorava lágrimas honestas e embargadas de dor. Gritava o seu nome como uma doente, no máximo que a sua voz podia suportar. Fechava os olhos e via a bela mentira que todas as noite idealizava. Acabava adormecida nua, no chão do seu quarto. A luz invadia o espaço e as pupilas lutavam contra a radiação matinal. Era apenas mais um dia a começar, mais uma batalha a enfrentar, Nina teria que enxugar os vestígios das ultimas lágrimas derramadas e fingir que seria apenas mais outra manhã normal da sua vida.” – Por Ana Carolina 5-09-2013

” A complexidade dos meus sentimentos só tem uma razão de ser. Poderia inventar uma bela história sobre isso, mas nenhuma mentira ilusória seria tão boa quanto a verdade que eu escondo.
Na maioria das vezes, não são as qualidades que queremos ocultar dos outros, mas sim o que mais nos torna escuros e secretos.
Eu tenho um segredo, uma sina, uma missão errada a cumprir, mas pela primeira vez, o meu coração não quer segui-la. A dúvida ocupa um espaço maior do que o suportável. Eu não queria sofrer mais, contudo eu não vejo como isso poderá não vir a acontecer. ” – Por Ana Carolina, Lady Rebel~13-09-2013

“Porém ela não conseguia negar, muito menos esconder que havia uma estranha conexão entre eles. Como se o garoto fosse o lado negativo de um íman e ela fosse o lado positivo desse mesmo íman. Mesmo não querendo, eles se encaixavam, se completavam. Eles eram opostos, mas eles se atraiam.” – Ana Carolina 17-09-2013

” Era sobretudo frio que ele sentia. Caminhando na incerteza do destino a seguir, o rapaz fugia da tempestade que ameaçava surgir.
O cheiro a eucalipto inebriava os seus pulmões, esfriando ainda mais o seu interior já gélido por natureza. O som das folhas secas sendo partidas pelos passos rápidos, os sussurros altos do vento batendo contra as majestosas árvores e os chiares dos animais que ali habitavam, eram apenas sons que não lhe passavam despercebidos.
A macabra floresta estava escura e emanava pavor. A luz da lua era imperceptível e as estrelas não existiam, mas eram os vagalumes de inverno que que acompanhavam, iluminando o caminho que nem ele sabia tomar.” – Ana Carolina, Vagalumes de Inverno (não sei…simplesmente saiu) 23-09-2013

“Uma Alma perdida na sua própria escuridão. Um corpo vazio de esperança e fé.
Ele não acreditava em Deus ou qualquer outra religião. Ele acreditava em si mesmo e no que os seus olhos podiam enxergar.
Tudo se resumia a uma oportunidade, e cabia a cada um de nós fazê-la ou não valer a pena. Eros agarrou a sua chance, tomou as suas decisões, ele só não soube se elas foram as certas.” – Vagalumes de Inverno, por Ana Carolina. 21-10-2013

“Não existe perfeição que não possa ser alcançada, porque no final de contas, não há nada mais perfeito do que a aceitação de um erro aos olhos de quem o vê.” – Ana Carolina. 22-10-2013

“Eram apenas três palavras. Três pequenas palavras, que mudariam o nosso destino para sempre.” – Ana Carolina 25-10-2013

“Eu era o tal caso perdido, a esperança destruída, o peso nos ombros dele, a impura de espírito. Eu não acreditava em nada que não fosse material, que não fosse concreto. Eu não vivia para crer, mas eu acreditava no que via.
Ele era a minha utopia, o meu resguardo secreto, o meu amor platónico. Ele era o meu avesso, o meu melhor erro e a minha maior desgraça. Nós éramos como um íman, opostos que se atraem.
Eu fumava luxuria e ele exalava desejo, eu chorava em segredo e ele limpava as minhas lágrimas, eu vivia para morrer e ele morria por mim…” – Ana Carolina. 31-10-2013

“Se ela não o tivesse morto de amor, ele teria morrido de solidão.” – Frases Soltas, Ana Carolina 4-11-2013

“Era uma estrada longa e fria que poderia ser traçada por qualquer um deles outra vez, apenas para que pudessem sentir-se por mais alguns instantes. Era uma viajem apenas com bilhete de ida, onde a volta era incerta e dolorosa.
Ele perseguia-a, como um sonho que nunca iria alcançar, ela seguia em frente sem nem olhar para trás, certa de que ele estaria ali, a um passo de distância.
Ela era a sua kryptonita. Ele era o seu maior pecado.
Num jogo de uso e desuso, eles amavam-se de uma forma errada e doentia, mas ainda assim honesta.
Um sentimento feio de tão trágico.Um sentimento belo de tão puro.” – Ana Carolina, sobre VDI. 17-11-2013

“Eu só não quero acordar amanhã e arrepender-me de não o ter amado o suficiente, para lutar por ele enquanto eu tive a oportunidade. Mesmo quando esta foi quase nula.” – Ana Carolina. 24-12-2013

“Eu só vou entender o que escrevo, quando descobrir sobre quem eu escrevo e para quem eu escrevo.
Porque eu sinto que é apenas para uma pessoa.” – Ana Carolina. 12-1-2014

“Eu só precisava de uma palavra, qualquer uma. Eu só precisava de um sinal, de um aceno, de um sorriso, mais nada. Eu só queria saber se era verdade, se tudo o que acontece dentro de mim, não passa de fruto da minha imaginação solitária.
Eu senti que deveria entregar-te a minha mão, a minha vida inteira, a minha alma.
Que mal faz entregar o pouco que sobrou de mim?
O pior que podia acontecer, já aconteceu. O estrago já foi feito, a dor já é costume. Mas eu não tive como evitar, apaixonar-me por ti.” – Ana Carolina. 18-1-2014

“Eu só queria poder abraçar-te. Antes que o tarde de mais me impeça…Eu só gostava de falar o que sinto. Sem ter medo das consequenciais dessas palavras….Eu só gostava de me apaixonar por alguém….Que eu pudesse amar.” – Ana Carolina, inspirações… 18-1-2014

 

One thought on “Inspiração aleatória

  1. Porque as tuas palavras são profundas demais para permanecerem guardadas, intactas pelo tempo. Porque um dia, talvez, tu possas mostrá-las à pessoa sobre quem as escreves. Porque um dia tu vais entender tudo como tudo faz sentido e como tu tocas mais do que imaginas, como com uma simples frase tu consegues mudar o sentido do destino. Porque tu e apenas tu tens o dom de definir quem eu sou, de descobrir quem eu quero ser e de saber como me fazer sentir. Porque tu és muito mais do que aquilo que pensas e significas muito mais do que aquilo que é possível definir, porque tu és como uma doce ilusão que eu sei que é real. Porque tu és a minha inspiração, o meu raio de sol e a minha luz de luar, és a esperança e a força, o dia e a noite, és o pensamento e o sentimento, o amor e a paixão. Porque és tudo… um tudo que eu não sei mais como tentar explicar, apenas sentir.

Comenta aqui!

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s